sábado, 15 de maio de 2010


© Foto Alessandro moska, festival brasília outros 50 2010


Não quero ser um dependente de amor fraterno
e por isso somos tão iguais.
Todo mundo luta e se supera, apenas para nao morrer de amor
por que tem dias, que acho que de fato, eu vou morrer de amor.
E oque eu faço pra nao morre de amor?
Eu amo todo mundo!
Quanto ao beijo mais vulgar, ou mais raro...
não vou procurar, mais não vou nega-lo.
O amor.

Um comentário:

Raquel Braz disse...

Isso foi profundo hauehuehuhe